Febre amarela: as principais dúvidas sobre a doença

Febre amarela: as principais dúvidas sobre a doença

A febre amarela é uma doença hemorrágica viral (sangramento de órgãos do corpo) que é transmitida principalmente por mosquitos. É chamada de "febre amarela", porque em casos graves, a pele fica de cor amarela.

Como é transmitida?
A febre amarela é transmitida aos seres humanos pela mordida de mosquitos infectados, principalmente, espécies de mosquitos Aedes e Haemagogus. A doença ocorre em duas formas. Febre amarela urbana (doméstica) e silvestre (selva). Ambas as formas são causados ​​pelo mesmo vírus.

Quais os sintomas?
Os sintomas da febre amarela incluem febre, dor de cabeça, icterícia, dor muscular, náuseas, vômitos e fadiga.

Quem deve se vacinar?
Pessoas que vivem em área de risco para a doença, conforme determinado pela Secretaria de Saúde de seu Estado, devem procurar postos de saúde para tomar a vacina. Pessoas que viajarão para essas regiões também precisam se imunizar. Nesse caso, a dose deve ser aplicada no mínimo dez dias antes da viagem.

Não devem tomar a vacina:

·       Mulher amamentando crianças menores de 6 meses de idade;

·       Alergia grave ao ovo;

·       Em tratamento com quimioterapia/ radioterapia;

·      Portador de doenças autoimunes;

·      Em tratamento com imunossupressores (que diminuem a defesa do corpo).

Como se prevenir?
Além da vacinação, medidas de prevenção de picadas de mosquitos devem ser tomadas. Os mosquitos que transmitem febre amarela geralmente são ativos durante o dia, quando viajam para áreas de alto risco:

·      Use um repelente de mosquitos contendo DEET ou Icaridin.

·      Use roupas de cor clara e de mangas compridas quando estiver ao ar livre.

·      Evite que os mosquitos entrem em sua acomodação mantendo as portas / telas moscas fechadas.

·      Use um mosquiteiro à noite se mosquitos estiverem presentes.

Qual o tratamento?
Atualmente, não existe um medicamento antiviral específico para tratar a febre amarela. Mas cuidados específicos para tratar a desidratação, insuficiência hepática e renal e febre melhoram os resultados. As infecções bacterianas associadas podem ser tratadas com antibióticos. Nos casos de pacientes infectados, o tratamento de suporte precoce feito em hospitais melhora as taxas de sobrevivência.

 

 

 

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