Volta às aulas requer atenção para a prática do Bullying

Volta às aulas requer atenção para a prática do Bullying

O  mês de fevereiro é marcado pela volta às aulas. Milhares de alunos estão de volta à escola. Crianças e adolescentes ficam atônitos com  a expectativa de retornar ao convívio com os colegas de classe. Mas, os pais, que muitas vezes ficam preocupados, têm outra questão para estarem atentos além da adaptação ao ambiente escolar: o bullying.

Comportamentos que venham a intimidar, maltratar, oprimir e, desta forma, causar dor e angústia à criança ou adolescente é considerado bullying. Dentro do ambiente escolar, os professores, a diretoria, a coordenação pedagógica, o apoio psicossocial e todos os integrantes da escola devem estar atentos para a possibilidade de alguma criança está sofrendo ou praticando tais atos.
 
Existem alguns comportamentos apresentados com maior frequência por quem está sofrendo bullying, mas vale lembrar que cada criança e adolescente vai se comportar de uma forma distinta dos demais, com singularidades. 

À criança ou adolescente que está sofrendo bullying pode alterar o seu padrão comportamental, apresentar uma timidez exacerbada, redução do contato social com os coleguinhas, além de demonstrar comportamentos destrutivos, como voltar da escola com mau-humor e irritação querendo se isolar.

Família
Uma das principais esferas de acolhimento para a criança durante esses casos é a família. É necessário um ambiente de diálogo aberto, à fala dos anseios e dúvidas da criança ou adolescente. É comum os pais não ainda aceitarem que seus filhos estão envolvidos em qualquer prática de bullying, seja sofrer ou ainda praticá-lo. Permiti-los expressar-se sem julgamento é um dos pontos essenciais para entender possíveis mudanças comportamentais e poder realizar intervenções.

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